18
2012
Caixa prevê R$ 100 bi em crédito imobiliário em 2012
O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, estimou em R$ 100 bilhões o volume de crédito imobiliário que será concedido pelo banco em 2012. “A estimativa anterior era de R$ 96 bilhões, mas estou apostando em mais R$ 4 bilhões”, disse o executivo, nesta sexta-feira, na abertura do Feirão Caixa da Casa Própria para a Região Metropolitana de São Paulo. Neste ano, as operações de crédito imobiliário da Caixa já somaram R$ 32 bilhões, segundo Hereda.
Ele lembrou que, há oito anos, no primeiro Feirão Caixa da Casa Própria, o crédito imobiliário não ultrapassava R$ 5 bilhões por ano. “A gente tinha medo de que as famílias chegassem ao feirão e não encontrassem alternativas para comprar os imóveis”, disse. “No ano passado, o crédito imobiliário chegou a R$ 80 bilhões, por causa de programas de incentivo e facilitação das condições de financiamento”.
O presidente da Caixa também disse que a instituição baixará os juros sempre que for possível. “Vamos mostrar que é possível baixar juros sem perder rentabilidade.” Hereda elogiou os resultados financeiros da Caixa no primeiro trimestre de 2012 e destacou que a carteira de crédito total cresceu R$ 20 bilhões de janeiro a março deste ano, na comparação com o mesmo período de 2011. “Já os quatro maiores bancos privados do País, juntos, elevaram a carteira em R$ 13 bilhões”, disse.
A oitava edição do Feirão Caixa da Casa Própria vai oferecer, a partir desta sexta-feira e até o domingo, 200 mil imóveis na região metropolitana de São Paulo.
Fonte: O Estadão
18
2012
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Código: AP0887
Tipo: Apartamento
Finalidade: Residencial
Bairro: Aririú
Cidade: Palhoça / SC
Valor R$: 115.000,00
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17
2012
Mercado imobiliário segue forte expansão até 2015, afirma especialista
Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora e Construtora, explica que a queda nas taxas de juros e consequente redução da rentabilidade das aplicações financeiras, certamente farão aumentar a busca por imóveis residenciais e comerciais como alternativa para obtenção de maior rentabilidade. “Além da atratividade da renda, acredito em uma forte apreciação dos ativos imobiliários uma vez que o mercado continuará em expansão ao longo dos próximos três anos”.
Frankel destaca que o mercado imobiliário, através dos fundos de investimentos que se popularizaram nos últimos anos, está se consolidando como a melhor alternativa na hora de investir, já que conta com a liquidez da bolsa, uma administração profissional, além de vantagens tributárias, apesar da “cultura do brasileiro continuar vinculada à escritura do imóvel” – destaca.
Fazendo uma alusão aos imóveis, Frankel destaca que muitos investidores preferem o controle e a clareza ao adquirir diretamente ações e títulos públicos, às complexidades regulatórias, taxas, excesso de estruturas e sistema rígidos dos investimento em fundos. Para aqueles que optarem pelo imóvel o empresário recomenda “as unidades compactas em locais prime que agreguem mobilidade urbana, tecnologia, praticidade e consequentemente liquidez, além da excelente rentabilidade”.
Fonte: portal.vgv
16
2012
Juro menor amplia poder de compra de imóvel em 10%

As taxas de juros mais baixas para o crédito imobiliário ampliaram a capacidade de financiamento de um imóvel em 10%. De acordo com cálculo do Secovi, o mesmo valor desembolsado nas parcelas para manter um financiamento antigo de R$ 150 mil vai valer para um de R$ 165 mil com as taxas atuais, por exemplo.
“Essa redução dos juros pode ser utilizada de duas formas: quem não conseguia comprar imóvel pode ter o seu imóvel e, agora, quem tiver condição, pode comprar um imóvel 10% mais caro pagando as mesmas parcelas”, afirmou Celso Petrucci, economista-chefe da entidade.
Apesar do cenário positivo, a recomendação dos especialistas é de cautela na hora fechar o negócio. O cliente deve levar em conta que os contatos para o financiamento imobiliário são estabelecidos por longos períodos, podendo chegar a 30 anos.
“Não é para ficar exageradamente ansioso com as novidades do setor. O mais importante ainda é identificar se você quer mesmo o imóvel. É uma decisão que vale por 30 anos”, disse Roy Martelanc, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA).
A portabilidade para financiamentos imobiliários também costuma ser burocrática, o que faz com a que a decisão tenha de ser a mais correta possível. De acordo com o Secovi, o governo já estuda algumas mudanças para tornar a operação mais fácil. “No caso da portabilidade, o comprador fica com a posse do imóvel, mas a propriedade ainda é do banco”, diz Petrucci.
As taxas mais baixas também preveem que o poder de barganha do consumidor deve aumentar nos próximos meses. Nesta semana, o consumidor tem uma boa oportunidade de testar o seu poder de negociação.
As cidades de São Paulo, Curitiba e Fortaleza vão receber a 8.ª edição do Feirão da Caixa a partir desta sexta-feira (18). O evento vai até domingo. “É importante pesquisar em vários bancos antes de fechar o negócio”, afirmou Martelanc, da FIA.
Em São Paulo, a Caixa estima que a oferta será de 195.500 unidades de imóveis – 24.500 unidades devem ser de imóveis novos, prontos e na planta.
Na primeira semana de maio, a edição do Feirão da Caixa passou pelas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Nestas cinco cidades, os contratos fechados somaram R$ 4,6 bilhões.
Na avaliação do educador financeiro Mauro Calil, sempre que o orçamento permitir se deve optar pela compra da casa própria. “Não dá para medir o estresse de não ter de renegociar o contrato de aluguel”, afirmou. “Só não compre por impulso. Isso é ruim porque a pessoa pode se envolver em uma dívida por 30 anos”, diz.
Entre os analistas, não há uma unanimidade se os preços devem cair no futuro. Para o professor Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas, o valor dos imóveis deve recuar. “Eu acho que os preços estão exagerados, acho que a gente passou do limite do razoável”, disse. “Acredito que é preciso esperar, os preços estão estáveis, em alguns lugares já estão caindo”, diz Samy.
Ele recomenda que, independente da decisão, o consumidor sempre cheque o Custo Efetivo Total (CET) da operação para confirmar se não foi cobrada nenhuma taxa que encareça demais o contrato.
Juros - Na avaliação do economista Eduardo Zylberstajn, a queda dos juros para o financiamento do imóvel deverá ser gradual e lenta. Ele explica que boa parte do estoque que financia a poupança ainda é remunerada pela regra antiga (6,17% ao ano mais a TR).
“Fica difícil para o banco emprestar por menos de 9% ou 10% ao ano”, afirmou. “Seria preciso que todo o estoque de poupança fosse resgatado. Isso vai demorar para acontecer”, disse Zylberstajn, que ressalta que os juros para financiamento imobiliário são baixos para os parâmetros do Brasil.
Mercado - Segundo o economista-chefe do Secovi, os preços dos imóveis deverão permanecer estáveis este ano. Para os imóveis novos, a variação deverá ficar entre 5% e 10%. “É um repasse no preço do custo de construção e aumento de mão de obra”, afirmou Petrucci.
Os dados do primeiro trimestre do Secovi mostram uma alta de 27% no número de unidades vendidas e também no valor das vendas. Já o número de lançamentos de imóveis caiu 30% nos primeiros três meses do ano. (Colaborou Ligia Tuon)
Fonte: publicidadeimobiliaria.com
15
2012
Santander reduz taxas de juros pela segunda vez, a exemplo de Caixa e Bradesco
Depois de uma segunda redução da taxa de juros da Caixa e Bradesco, o banco Santander anunciou que também vai reduzir suas taxas de juros, dessa vez para clientes que contratarem a Conta Light e recebem seu salário no banco, via Folha de Pagamento ou Portabilidade. A corte vale a partir de 21 de maio. No crédito pessoal, as taxas cairão para 1,99% (mínima) a 4,90% (máxima) ao mês; no cheque especial, de 3,50% (mínima) a 4,90% (máxima) ao mês, e, ainda, na categoria de cheque especial, as taxas do parcelamento do saldo devedor sairão de 4,99% para até 4,00% ao mês.
Segundo o banco, para esses mesmos clientes, também serão feitas mudanças nas taxas praticadas no cartão de crédito. No crédito rotativo, a taxa sai de 14,49% ao mês para um intervalo entre 3,95% a 9,90% mensais. Os juros para o parcelamento da fatura caem de 10,89% para níveis entre 1,99% a 4,99% ao mês. Já as taxas do parcelado com juros serão reduzidas de 7,99% ao mês para um intervalo de 0,90% a 3,90% mensais. Em financiamentos de veículos, as taxas recuam de um intervalo entre 1,36% a 2,61% ao mês para níveis entre 0,98% a 2,45% ao mês.
O banco também informou corte nas taxas de administração de três fundos de investimentos. A taxa do Extra Plus DI cairá de 3,00% para 2,00% ao ano. Já a do Fundo Recompensa Max sai de 1,90% para 1,00% ao ano. E a taxa do Fundo Liquidez Simples irá de 3,00% para 2,50% anuais. O banco também reduziu o valor para aplicação mínima de quatro outros fundos de investimentos. Nos fundos Sênior DI, Supremo DI, Sênior RF a aplicação mínima cai de R$ 1.000,00 para R$ 100,00. Já no fundo TOP RF a aplicação mínima sai de R$ 100,00 para R$ 1,00.
Pequenas e Médias Empresas
No segmento de Pequenas e Médias Empresas, o banco promoveu uma redução nas taxas mínimas de juros praticadas nas seguintes operações de empréstimos – cheque especial: a partir de 1,99%; capital de giro: a partir de 1,20% e antecipação e desconto de recebíveis: a partir de 0,99%.
O Santander lembra que, no segmento pessoa física, lançou em abril a Conta Light, com juros no cheque especial a partir de 4% ao mês. Já para pessoa jurídica, o Banco lançou no mesmo mês o Atendimento Unificado, que concentra no mesmo gerente o atendimento à empresa, ao seu sócio e ainda oferece produtos de financiamento com juros menores.
Fonte: O Estadão
14
2012
Queda de juro é oportunidade histórica e não é para agradar Dilma, diz Tombini
O juro real vem caindo fortemente no Brasil por causa da conjuntura interna e externa, que oferece uma oportunidade histórica de se jogar para níveis mais baixos todo o ciclo de altas e quedas da taxa básica, que caracteriza a política monetária em qualquer economia de mercado.
A afirmação é do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que conversou como Estado na sexta-feira. Ele reafirmou que o BC mantém a sua autonomia e, se tiver de aumentar a Selic, a taxa básica, no futuro, o fará sem qualquer constrangimento. “A Selic vem caindo, levando à significativa redução do juro real, por causa de uma combinação muito específica de fatores internos e externos, e não para agradar à presidenta Dilma”, disse Tombini.
“Os ciclos econômicos sempre existirão”, ele continua, mas acrescentando que um eventual novo movimento de alta da Selic iria se dar a partir de níveis bem mais baixos de juro real.
Tombini endossa a visão de que na economia pode haver mais de um equilíbrio em termos de juro real e de indicadores que importam para a política monetária, como crescimento da economia, inflação e emprego.
Nessa visão, o Brasil permaneceu preso durante décadas num equilíbrio em que as taxas de juros reais eram muito altas. Assim, para Tombini, aproveitar o a oportunidade para a redução mais substancial dos juros, que pode levar a economia a um equilíbrio melhor, pode trazer benefícios para o País – desde que, ressalta, todo esse movimento esteja ancorado na autonomia do BC e no bom funcionamento do sistema de metas de inflação.
Ele nota que a leitura dominante no início do ano – presente, por exemplo, num encontro de bancos centrais, fundos de pensão e fundos hedge em Hong Kong em fevereiro, da qual participou – era de que a economia global estava reaquecendo. Os sinais positivos eram o desempenho melhor da economia americana e os efeitos tranquilizadores das operações de refinanciamento de bancos pelo Banco Central Europeu (BCE).
Tombini revelou que o BC brasileiro não ficou imune a essa visão. Assim, a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de março, com referência à alta probabilidade de que a Selic caísse a um nível ligeiramente acima do mínimo histórico (o que foi interpretado pelo mercado como 9%), e lá permanecesse, foi escrita à luz daquela percepção.
As perspectivas globais, porém, já mudaram de novo. A recente indicação, inclusive por meio da mudança das regras da poupança, de que a Selic pode cair mais do que a sinalização da ata de março decorre, entre outros fatores, da piora no cenário americano e europeu. O Brasil também é afetado, especialmente pelo canal do comércio. “Mas o crescimento virá”, diz Tombini, acrescentando que o PIB deve crescer mais no segundo semestre do que no primeiro.
Fonte: O Estadão
11
2012
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Código: CA1707
Tipo: Casa
Finalidade: Residencial
Bairro: Aririú
Cidade: Palhoça / SC
A partir de R$: 115.000,00
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